Mar 092006
 

A programação: Missa da Coroação, em dó maior, K. 317 * Kirie * Gloria * Credo * Sanctus * Benedictus * Agnus Dei Duração média: 30 minutos Solistas: Carol McDavit, soprano Luisa Francesconi, mezzo Geilson dos Santos, tenor Inácio de Nonno, baixo Coro Municipal de Petrópolis e Coro da UCP Concerto nº 3 para violino e orquestra, em sol maior, k. 216 * Allegro * Adagio * Rondó Duração média: 25 minutos Solista: Felipe Prazeres [...Continua...]

Mar 042006
 

Não sei se alguém já ouviu música em igreja. Pois bem: dia 12, domingo, haverá Mozart na Igreja da Candelária, às 16h. Garanto, é extraordinário, pois já ouvi o Réquiem do Divino Amadeus no mesmíssimo lugar. Mas é bom chegar cedo, porque lota. Não sei ainda qual o programa. Convenhamos: importa? Todas as músicas dele são geniais mesmo. Orquestra Petrobras Sinfonica. E de graça. Eu tenho o hábito de convidar as pessoas e estas, em [...Continua...]

Mar 042006
 

A esperança é o desespero de quem espera… Esperar… esperar… E quando chega o instante em que se muda A longa expectativa em sólida evidência; Quando a sombra se esvai e os dedos tocam Não mais a treva mas a carne fria, O corpo morto… – Aí então em sonolência a sombra desce e em noite se desfaz a luz do dia. O bosque da esperança, as árvores do sonho, Os longos ramos da suposição, [...Continua...]

Mar 032006
 

Não é sempre – aliás, quase nunca – que recebo comentário de cineastas aqui no blogue. Depois de Carlos Reichenbach e Eduardo Valente (mas você não conta, né, Duda?), eis que Fernando Severo, do maravilhoso Visionários, escreve aqui. Tomo a liberdade de colocar neste post e de responder: “Um amigo jornalista que é teu leitor assíduo me passou o link com o post onde você escreveu sobre Visionários. Depois de um monte de sacanagens que [...Continua...]

Feb 212006
 

Na Itália, A Sereia do Mississipi (de François Truffaut) se chama “La Mia Droga Si Chiama Julie”. Nossos tradutores não estão sozinhos na busca pelo título mais imbecil possível. A saber, ainda sustento que o título mais idiota em português é de Sob o Signo de Capricórnio (Hitchcock). O filme, no original, se chama Under Capricorn, ou seja, Sob o Trópico de Capricórnio, já que, afinal de contas, a história se passa na Austrália. Algum [...Continua...]

Feb 192006
 

A Lua, que é a própria imagem do capricho, olhou pela janela enquanto dormias em teu berço, e disse consigo mesma: – “Esta criança me agrada.” E desceu maciamente a sua escada de nuvens, e deslizou sem ruído através das vidraças. E pousou sobre ti com um suave carinho de mãe, e depôs as suas cores em tuas faces. Então, tuas pupilas se fizeram verdes, e tuas faces extraordinariamente pálidas. Foi contemplando essa visitante que [...Continua...]

Feb 182006
 

Intressante o circuito carioca nesta semana. Ponto Final teve a segunda maior estréia (perde apenas para A Pantera Cor de Rosa – filme do qual tenho MUITO medo), e está em 13 salas. Não me lembro de Woody Allen passando em tanto lugar assim. Geralmente, ele entra em uma ou duas, e com atraso de quase um ano. Playarte caprichou. E o mais bizarro, certamente, é a reestréia de Amor à Flor da Pele no [...Continua...]

Feb 172006
 

Ontem, Los Olvidados foi acessado da Polinésia Francesa. Na verdade, não é nada demais. Acho que ainda estou sob o clima de Syriana, vendo conspirações ou tramóias por todos os lados. Mas o filme de Stephen Gaghan é bom. Merece mais crédito do que estão lhe dando. Talvez ainda hoje escreva algo sobre ele. PS: agora faço parte do clube que comprou No Silêncio da Noite nas Lojas Americanas. Estava lá, na Rua do Passeio, [...Continua...]