Dec 312010
 

Antes dos melhores, os piores. Claro que a lista é sempre injusta, porque não vejo Marmaduke, Nine e afins. Mas os dez escolhidos são ruins o bastante.

1. O Pecado de Hadewijch, de Bruno Dumont
2. Eu Matei Minha Mãe, de Xavier Dolan
3. Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch
4. Os Famosos e os Duendes da Morte, de Esmir Filho
5. Almas à Venda, de Sophie Barthes
6. Onde Vivem os Monstros, de Spike Jonze
7. Meu Malvado Favorito, de Pierre Coffin, Chris Renaud e Sergio Pablos
8. Minhas Mães e Meu Pai, de Lisa Cholodenko
9. O Refúgio, de François Ozon
10. O Segredo dos Seus Olhos, de Juan José Campanella

Pensei em colocar Eu Matei Minha Mãe, sem dúvida o mais insuportável da leva, em primeiro. Mas fiquei com O Pecado de Hadewijch, o mais nocivo: não é todo dia que aparece filme com discurso tão assustadoramente estúpido a respeito do terrorismo. E Bruno Dumont também merece, pelo conjunto da obra.

Insolação e os Duendes da Morte, de Daniela Thomas, Esmir Filho e Felipe Hirsch. Garoto de cidadezinha do Sul fica obcecado pela ninfomaníaca de Brasília que conhece pela internet. Narração de Paulo José, que se joga da ponte. Fim.

Almas à Venda entra pela bobagem inenarrável da coisa. O Segredo dos Seus Olhos, devido ao pior plano-sequência da década.

François Ozon, quanto mais leve melhor. Não é o caso de O Refúgio. Soderbergh francês?

Família! No ano de Toy Story 3 e Ponyo, o conservadorismo indie de Onde Vivem os Monstros e Minha Mãe e Meu Pai. Ae o diretor não sabe o que fazer com a câmera, o velho truque de sempre: música em todos os lugares. E baladas ao violão, para piorar.

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