Aug 012007
 

Na Maison de France, 6 de agosto (segunda-feira), homenagem a Michel Serrault: 18h – Cidadão Sob Custódia (Garde à Vue), 1981, de Claude Miller. 20h – Negócios à Parte (Rien Ne Va Plus), 1997, de Claude Chabrol. A Cinemateca do MAM poderia exibir Bergman e Antonioni também, para aproveitar. Só peço que variem o repertório, pois não agüento mais: a) Profissão Repórter, As Amigas e A Noite (Antonioni); b) Morangos Silvestres, O Sétimo Selo, Prisão [...Continua...]

Jul 302007
 
Luto - Ingmar Bergman (1918 - 2007)

Gritos e Sussurros, 1972, de Ingmar Bergman. Eu costumava dizer que Bergman era imortal, pois firmara o seguinte pacto com Deus: “Eu Te filmo, e Você não me mata”. Claro que havia muita ironia na frase, porque brincava com os clichês nos quais todos se habituaram a enxergá-lo – inclusive, diria, ele próprio: filmes carregados de solidão, silêncio, incompreensão entre as partes, relacionamentos pessoais destruídos, culpa, sexualidade doentia, busca pelo Mistério representado por Deus, descrença, [...Continua...]

Jul 302007
 

Dia negro para o cinema, com as mortes de Ingmar Bergman e de Michel Serrault. De noite, quando tiver mais tempo, escrevo sobre ambos. Por enquanto, meus favoritos do cineasta sueco que, como Fellini, Kubrick ou Kurosawa, ao nos deixar, ultrapassa a arte e se transforma em mito. 1. Gritos e Sussurros, 1972 2. A Flauta Mágica, 1975 3. O Silêncio, 1963 4. Fanny e Alexander, 1982 5. Juventude, 1951 6. A Paixão de Ana, [...Continua...]

May 062006
 

De 12 a 19 de maio, mostra com 8 filmes de Bergman (e mais As Melhores Intenções), no Cine Arte-UFF. Roubado do site do Centro de Artes da UFF: “Comemorando os 50 anos de O Sétimo Selo, o Cine Arte UFF realiza a mostra Bergman: finitude e transcendência, composta por nove filmes de um dos mais importantes diretores de todos os tempos. Organizado pelo professor da UFF André Queiroz, um seminário acompanha a mostra, trazendo [...Continua...]

Feb 212006
 

Para Bergman, a morte é um sujeito branco como cera, encapuzado, vestido de negro e que, além de jogar xadrez, carrega uma foice. Para Lubitsch, a morte é uma enfermeira loira gostosíssima que gosta da valsa A Viúva Alegre, de Franz Léhar. Que diferença, não? Aliás, que beleza é O Diabo Disse Não. Só Lubitsch para transformar um acesso de ciúme na mais pungente declaração de amor.