Sep 072007
 

Começou semana passada a retrospectiva de produções da Mosfilm no MAM. Embora prevaleçam os filmes de Karen Shakhnazarov – excelente oportunidade para conhecer -, os destaques são os suspeitos usuais: Andrei Rublev e Stalker, talvez as maiores obras-primas de Tarkovski (no caso de Stalker, com certeza a melhor), e A Agonia, de Elem Klimov, conhecido no Brasil apenas pelo sublime Vá e Veja. De brinde, sessão latina com Que Viva México!. A programação, gratuita e [...Continua...]

Sep 022006
 
Vogais

Noel Bürch, em Práxis do Cinema, considera o fora-de-campo a principal qualidade da sétima arte e, mais, aquela que a diferencia do proscênio teatral, com suas rígidas três paredes. Com outras palavras, e implicitamente, Bela Balász também se refere ao fora-de-campo: para ele, o cinema retira o espectador impessoal do teatro de sua passividade e o joga no centro da ação, através da variação de planos, da mudança de pontos-de-vista e da alternância de enquadramentos. [...Continua...]

Sep 012006
 

Depois de ter ressuscitado a enquete retórica, agora chega a vez dos fillmes do mês! Como podem ver, mergulhei de cabeça no cinema soviético dos anos 20 (e 30 também, mas não da fase do realismo socialista). Ainda faltam alguns, aos quais assisto nos próximos dias – A Mãe, Tempestade sobre a Ásia, Arsenal, Zvenivora, Outubro, A Linha Geral, etc. Vamos a eles: 1. Câmera Olho, 1924, de Dziga Vertov 2. Três Cânticos para Lênin, [...Continua...]

Aug 212006
 
Homenagem a Eisenstein

Terminei de ler A Forma do Filme, e começo imediatamente O Sentido do Filme. Tenho um comentário pronto sobre o livro, mas pretendo checar se ele se aplica também ao outro. Acredito que sim. A Forma do Filme é brilhante. Se fosse lido – e, pelo menos na UFF, ele não consta da bibliografia de nenhum professor -, derrubaria muitos mitos a respeito de Eisenstein. O que mais me chamou a atenção foi a defesa [...Continua...]

Mar 132006
 

Hoje é a única exibição de O Encouraçado Potemkin no Odeon, 18h40. Para quem perdeu a exibição da cópia restaurada com orquestra ao vivo durante o Festival e a Mostra, é um consolo. Amanhã, Cidadão Kane passa pela última vez, às 20h50. E não me venham dizer “mas eu já vi”. Viu na TV, meu filho. Existe uma diferença considerável entre televisão e cinema… Related Images:

Feb 122006
 

Minha campanha pró Homem de Aran não deu certo. MAM às moscas. Pena, já que é obra-prima. Agora, no domingo é possível montar uma programação interessante. 14h – Amores Expressos (Odeon) 16h – Outubro (MAM) 18h – Cantando na Chuva (MAM) 20h – O Teto (Odeon) Confesso que não me lembro da duração de Amores Expressos, então pode ser que os primeiros minutos de Eisenstein rodem (infelizmente, como é típico da Cinemateca, Felicidade, de Medvekine, [...Continua...]